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A poesia que eu quero
(Celito Medeiros) Quero uma boa poesia, ora se quero! Como o quero-quero no arpão lhe cai Peregrino das palavras qual ferro Ou doces rimas que tanto sonho atrai Não quero mudar meu amor de outrora Mesmo alimentando um pássaro vivaz Quero doce melodia que a palavra traz Para encantar-me da noite à aurora Quero rebuscar o canto das manhãs Comer o doce das melhores maçãs Sentir o embalo das sentenças nobres Não quero alimentar as rimas pobres Nem mesmo aplaudir meros acordes Quero contemplar escritas de avelãs! ***** Clique na imagem e recomende a página ![]() Home||Menu||Livro de Visitas||E-mail |