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Falando de Amor- VII (Ácrata S.Martins) Te chamo! Minha voz se perde na imensidão. meu tormento atroz traduz, reclamo, sofreguidão. Te vejo em meu sonho e na sombra do dia. E me surpreendes na noite, quando retorna a nostalgia. Te chamo: não me escutas. Busco na saudade a ânsia, a vontade. Meu lamento aplaca a solidão, afaga de amor, meu pobre coração. Respeite os direitos Autorais. Não retire os créditos.
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