Inácio Querido!
(Claudete Philippsen Scherer)
 (mãe de Inácio, em janeiro de 2005)

Nossa vida estava um mar de rosas...
Tudo ia tão bem!
Foi quando tudo aconteceu de forma tão rápida, naquele triste 11 de janeiro!
Este não foi apenas o pior dos nossos dias, 
mas o começo de uma sucessão de dias de pesadelos, onde apenas se quer acordar e acordar 
ou dormir e não mais acordar.
Foi o começo de dias repletos de sua ausência, 
do seu sorriso largo e barulhento dentro de casa.
Mesmo hoje, após um ano de sua falta ainda não nos acostumamos com a sua partida, e, muitas vezes
 o gesto é mais rápido do que a mente e ainda colocamos o seu lugar à mesa.
Precisamos acreditar que a vida, com você em nossa mente, em nossos corações, e que tudo o que é realmente nosso nunca se vai para sempre.
E se um dia enfim, a mente aceitar a sua partida o coração terá muitas e boas recordações para lembrar.
“O amor permanece além do tempo e do espaço”.

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