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A ti, Medianeira!
Medianeira, mediadora, hospitaleira, religiosa.
Passarela do Turismo; cinismo!
Tão temida pelos sacoleiros, aventureiros,
Verdadeiros heróis pela sobrevivência.
És conhecida em todas as Regiões do Brasil.
Não por ser a beleza de uma Passarela, a mais bela,
Mas amedrontada por sentinelas
De um posto de fiscalização.
Já foste o canto de lindas aves,
Habitação de animais selvagens,
Floresta nativa de nobres árvores,
Agora, herança do Parque Nacional.
Foste a saga da esperança
De heróis desbravadores,
Lágrimas de saudades
De um povo audacioso das bandas do Sul
Hoje, não foges dos desencantos,
Da violência e prantos,
Dos problemas de mil e tantos
“Lalaus” sacanas
Que se espalham por este Brasil.
Mesmo assim...
Teu povo cultiva a terra e a esperança;
Acreditas nos jovens idealistas
De que tudo, numa conquista, voltará.
Num dia qualquer! Quem sabe!...
O futuro nos dirá.
E, ainda, serás
A cidade maravilhosa e altaneira,
A cidade de tua gente querida, protegida
Pela Mãe Padroeira:
Nossa Senhora Medianeira!
Idalice Pavan Zamin
Professora de Língua Portuguesa dos Colégios:
Modelo do
Paraná e João Manoel Mondrone
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