Morte do poeta!

Alma gentil
Por quê me abandonaste?
Não foi por acaso que me chamaste
De amor infantil...

Amor varonil
Cruelmente me deixaste
Nessa lágrima hostil
Sem a droga que cheiraste.

Oh! Doce pranto que magoaste
Essa vida festil
Sem festas a dar-te
Apenas um lacrimejo ardil.

Já dizia o poeta
A Vida é um mar sem volta
É uma grande festa
Em plena revolta

Reviravolta incorreta
Onde uma ilusão morta
Por-se-á um fim ao poeta
Que já ao pó volta.

Assim digo eu:?
Viva a vida com emoção
Como sempre aconteceu
Jamais com ilusão
Foi assim que o poeta morreu!

(Ana PaulaWerberich 1º ano do Ens.Médio- 2001)

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