O pescador solitário
(Beatriz Kappke)
Final de tarde de domingo!
Espetáculo grandioso com o sol no horizonte.
Silêncio total não fosse o canto do sabiá!
A água do lago de Itaipu muito calma.
Parece um espelho.
E lá está ele:
O pescador solitário.
Com sua varinha na mão
Sua imagem na água refletida
À espera que o peixe fisgue sua isca.
Mas o peixinho não vem.
Desce a noite, a relva já está úmida.
No firmamento aparecem as primeiras estrelinhas.
O pescador se retira.
É hora de se recolher.
05/01/08
(Poema dedicado ao meu cunhado Genésio Kappke, que faleceu neste dia)
Midi: gervgtg1
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