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Quando? Basta ter fé
Quando entre galhos e sebes
Eu bem que procurava
Sangüenta é a água que tu bebes
Do doce terror que nos afagava
Quando a montanha se elevou diante de mim
Pelo profundo poço dos desejos
O manto jogado sobre a lua fria assim
Roubando meus felizes almejos
Quando a escura floresta passou a cair
E toda a trilhas ficou coberta
Não havendo mais caminhos a seguir
Alma, em soluços, o peito aperta
Quando a luz se perdeu completamente
Cultivei mágoas de pedra
Pensamentos perfuravam minha mente
Coração que agora se quebra
Quando os podres do orgulho disseram que não
Deste humilde caminho negaram a partilhar
Da fonte do perdão
Busque se salvar
Lembrarei bem com você é
E quão pouca é sua fé
05 de Maio de 2009
Autor:
Mateus Catalani Pirani
(Aluno do Colégio Jesus Maria Jos em Canarana- Mato-Grosso )
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