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Xeque-Mate
Caminhando, passo a passo
Varrendo ruas de onde já passei
Como fundição do ferro que vira aço
Escutando palavras que outrora falei
Os dados na mesa, eu atirava
Por algum motivo que não sei explicar
Uma corrente de pensamento dali me levava
Pra um lugar onde eu não pude enxergar
Na face, gotejo de suor
Medo ou confiança?
Como quem saca a carta-mor
Entre espadas e escudos, uma aliança
A derrota pressentida
Badalos do velho sino que bate
A hora da divina partida
Tal a um Rei que aplica um xeque-mate...
...assim disse os tambores!
06 de Julho de 2009
Autor:
Mateus Catalani Pirani
(Aluno do Colégio Jesus Maria Jos em Canarana- Mato-Grosso )
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